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FÓRUM STARTUPS: Plenária final destaca importância da tríplice hélice

1 de dezembro de 2016

FÓRUM STARTUPS: Plenária final destaca importância da tríplice hélice

“Parcerias entre universidades e setores público e privado são estratégicas para estímulo e sobrevivência dessas empresas”, explica o dep. Gil Pereira (PP)

Na plenária final do Fórum Técnico Startups em Minas: a Construção de uma Nova Política Pública, no dia 25/11/16, em BH, foram votadas propostas (63 consolidadas e 34 priorizadas) de consulta pública e 4 encontros regionais, com destaque para Montes Claros. Ao todo foram 107 instituições representadas e 227 participantes, inclusive estrangeiros, entre empreendedores, estudantes, professores, técnicos e parlamentares

As sugestões poderão aprimorar o Projeto de Lei (PL) 3.578/16, criando política estadual de estímulo ao desenvolvimento das startups. Esse termo designa empresas iniciantes de pequeno porte do setor tecnológico ou que adotem modelo de negócios inovador, desenhado para criar novo produto ou serviço, sob condições de incerteza mercadológica.

“As rápidas mudanças que caracterizam o nosso tempo exigem capacidade de adaptação com velocidade e consistência”, considerou o deputado Gil Pereira, incentivador desse formato de empreendedorismo, como fator estratégico para geração de emprego de qualidade e renda, na região Norte e no restante do Estado.

Entre as principais proposições: importância das aceleradoras e incubadoras; redução e simplificação da carga tributária e burocracia; incentivos fiscais; divisão de recursos para todas as regiões do Estado; e parceria da chamada tríplice hélice (universidades, governo e mercado).

Grupos

O coordenador do grupo 1 (empreendedorismo e inovação), Lucas Costa, afirmou que o debate se deu em três eixos: definição do conceito de startups; desafios do fomento à educação empreendedora nos ensinos médio e superior; e importância da avaliação dos impactos e resultados das leis que forem criadas para esses empreendimentos em Minas.

O grupo 2 (políticas e desburocratização), foi coordenado por Rosalves Sudário. Segundo ele, a legislação a ser criada pode desburocratizar o mercado das empresas, aliviar o desemprego e gerar renda nos municípios. Sobre os trabalhos, foram destaque as discussões sobre o desafio de encontrar a melhor forma de repasse do ICMS a empreendedores e o estímulo a parcerias que fomentem as startups.

O coordenador do grupo 3 (investimentos e incentivo), Fernando Henrique Toledo, destacou as propostas sobre: busca pelo fomento dos empreendedores por meio de financiamentos; promoção de investimentos em incubadoras, disseminadoras e parques tecnológicos; estímulo à atuação dos investidores e dos fundos de investimento; internacionalização das startups; e contribuição do Estado para desenvolver ferramentas de venda e disseminar novos empreendimentos.

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