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FOLCLORE | 50 ANOS: Emoção e alegria marcam homenagem ao Grupo Banzé na ALMG

31 de outubro de 2018

FOLCLORE | 50 ANOS: Emoção e alegria marcam homenagem ao Grupo Banzé na ALMG

O cinquentenário do Grupo Folclórico Banzé foi celebrado nesta segunda-feira (22/10/18) no Plenário da Assembleia Legislativa, entre seus ex e atuais integrantes, amigos e autoridades, atendendo a requerimento do deputado Gil Pereira. Fundado no dia 20 de maio de 1968, em Montes Claros, o Banzé é uma associação sem fins lucrativos, cuja atuação fundamenta-se na pesquisa, preservação e difusão das tradições culturais e folclóricas de diversas regiões do Brasil e, em especial, do Norte de Minas Gerais.

Também compuseram a mesa da solenidade: o ex-presidente da ALMG, Antônio Dias; do presidente do Grupo Banzé, Gustavo Colares; o secretário de Estado, Angelo Oswaldo; o prefeito de Januária e presidente da Amams, Dr Marcelo Felix; e o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Montes Claros (ACI), Jamil Cury.

Autenticidade

O empenho de seus integrantes e a preocupação em garantir a autenticidade das manifestações fizeram com que ganhasse, paulatinamente, repercussão e notoriedade nacional e internacional. Isso levou o Grupo Banzé a representar o Brasil em festivais culturais nos diversos países dos 5 continentes, além de receber várias premiações. O Banzé foi também o anfitrião de grupos folclóricos nacionais e estrangeiros quando Montes Claros sediou o Festival Internacional do Folclore.

“Síntese das nossas mais caras tradições culturais, no cinquentenário do Grupo Banzé rendemos justa homenagem de gratidão e reconhecimento a Maria José Colares Moreira, Dona Zezé Colares, artífice maior desse nosso patrimônio. Celebramos o espírito inovador da sua fundadora, professora de folclore e história da música. Saudamos ainda os ex e atuais integrantes do grupo, sua diretora Jacqueline Pimenta, a musicista e arranjadora, Antonieta Silva e Silvério, e as cofundadoras do Grupo, Marina Lorenzo Fernandez, Dalva Rocha, Terezinha Wanderley Alcântara e Selda Cabral”, destacou o deputado Gil Pereira, em seu pronunciamento.

E mais: “Deste sonho transformado em realidade pela luta e pioneirismo dessas mulheres sonhadoras, três gerações se sucedem, mantendo vivas nossas mais caras tradições. Preservando a herança cultural artística para tantas outras gerações que nos seguirão”.