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Assembleia de Minas entra na era solar fotovoltaica

1 de novembro de 2017

Assembleia de Minas entra na era solar fotovoltaica

Está em funcionamento na ALMG uma microusina de geração fotovoltaica, na cobertura do anexo da Garagem A, na Rua Dias Adorno (em frente ao Palácio da Inconfidência, sede do Parlamento). A instalação, concluída na última semana, vai permitir a produção de energia elétrica para consumo próprio

Por minha sugestão, a ALMG acompanha o protagonismo inovador de Minas, que é referência nacional porque saiu na frente com os incentivos necessários ao setor fotovoltaico. A microusina de geração solar vai gerar economia de R$ 36 mil por ano e o excedente de energia elétrica será injetado na rede da Cemig, gerando crédito para posterior compensação. É resultado do nosso trabalho parlamentar, que desde 2013 criou ambiente institucional e legislação de estímulo às energias renováveis”, destaca o deputado Gil Pereira.

A energia será consumida no anexo da Garagem A. O excedente será enviado à Cemig e se transformará em crédito na conta de luz da Assembleia. A produção dependerá da época do ano. Considerando-se a potência instalada e a irradiação solar média anual para Belo Horizonte, serão gerados, aproximadamente, 5.500 kWh/mês. Com a economia, a expectativa da Assembleia é de ter o retorno desse investimento em 5,4 anos.

A usina converte energia solar em elétrica. A instalação possui 152 painéis fotovoltaicos, dois inversores de frequência, um transformador, além de painéis elétricos e dispositivos elétricos de segurança. A sua capacidade de produção é de 49,4 kWp (kilowatt-pico) e o seu tempo de instalação foi de quatro semanas. A iniciativa está alinhada com as diretrizes de preservação do meio ambiente e de racionalização de custos da ALMG.

Em outubro, também foi instalado um novo grupo motogerador na subestação elétrica principal da Assembleia. O equipamento será usado para gerar energia elétrica para o Palácio da Inconfidência em situações de falta desse recurso ou em horários de ponta (entre 18 e 21 horas), com o objetivo de economizar na conta de luz da instituição.